Gordura Abdominal – A Mais Perigosa.

Instagram: @inspireousadia

gordura abd 1A Mudança de hábitos alimentares e a inclusão de atividades físicas na rotina são fundamentais para quem precisa eliminar a gordura abdominal.

Foi-se o tempo em que o índice de massa corpórea (IMC) era a principal forma de identificar se um indivíduo estava ou não acima do peso. No decorrer dos anos, eles foram cedendo lugar à fita métrica, que até então era apenas utilizada por endocrinologistas, nutricionistas e profissionais de educação física (estes últimos, para avaliar entre outras coisas, a quantidade de massa muscular corporal). Porém, o aumento da gordura abdominal entre homens e mulheres passou a despertar a atenção de especialistas de outras áreas, principalmente de cardiologistas.

Depois, nutrólogos e nutricionistas aderiram à causa, devido ao grande risco de outros males, como resistência à insulina, diabetes, hipertensão, colesterol (LDL, o colesterol ruim, alto, e LDL, o bom colesterol, baixo) e triglicérides altos. Esse conjunto de fatores, que aumenta o risco de doenças cardiovasculares, leva o nome de síndrome metabólica. Mas, hoje, além da síndrome metabólica, já a outros fatores de risco associados à obesidade, só que não tão conhecidos, tais como: infarto, acidente vascular cerebral (AVC), apneia do sono e até alguns tipos de sangue têm sua origem na gordura abdominal.

Saliência Comprometedora.

A obesidade é considerada uma verdadeira epidemia no Brasil, mas de 40% da população adulta apresenta algum grau de obesidade. Tanto que, se continuar assim, em 30 anos o País poderá liderar a mortalidade mundial por doenças do coração e dos vasos sanguíneos a custos impagáveis. Por isso, é fundamental haver uma conscientização de toda a sociedade em relação ao assunto. O principal marcador de alerta não está no peso em si, mas principalmente na circunferência cintura-quadris.

Essa gordura tem chamado muito a atenção dos médicos, porque ela aumenta significativamente a chance de uma pessoa desenvolver todos esses males. Para se ter uma ideia, no Brasil, um levantamento feito com uma população de 1.239 pessoas, acima de 18 anos, constatou que apenas 30% das mulheres e 55% dos homens estavam dentro dos parâmetros recomendados pela Federação Internacional de Diabetes (IDF) para circunferência abdominal, ou seja: no máximo 80 centímetros para as mulheres e 90 centímetros para os homes.

N-Magalhães.

nivaldomagalhaes50@hotmail.com

http://facebook.com/nivaldomr

Revista Viva Saúde – Edição Especial – EBR, São Paulo, 2014.

 

 

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